Acredite, não foi culpa minha! se bem que eu podia ter pelo menos tentado me controlar. Mas isso fugiu da minha memória, no momento em que eu o vi com o pulso fechado, olhando para o nada e em seguida para sua amada. Cara de decepcionado, olhar impetuoso, triste, áspero. Devia estar mesmo magoado. Ela estava de costa para mim, encostada no pilar, olhar baixo e ao mesmo tempo alto. Sabia ela que havia cometido um erro. No instante em que eu o vi triste, automaticamente me lembrei do dia em que trouxera rosas para ela, tão... romântico... e admirável. Lembrei-me também de todos os dias no qual o vira se esforçando para ir ao encontro dela, sem a menor precisão, diga-se de passagem. Em fração de segundos tudo isso me passou pela cabeça. Fiquei ali diante deles com cara boba e ao mesmo
tempo impressionada. Quando começou a rolar lágrimas pelo meu rosto. Foi aí que me lembrei, não estava sozinha. Havia amigos meus por perto. Limpei meu rosto e me perguntei se o casal havia notado meu interesse em saber o final da história. Logo percebi que eles estavam entretidos demais para se preocupar com uma acidental companhia insignificante (no momento). Meus amigos logo se deram conta da curiosidade que me deixava sem piscar os olhos nenhuma vez. Riram de mim, lógico, eu mesma riria de mim num momento desses. Pensaram logo: ''nossa, como é idiota, chorando por acasos alheios!''. Chorei de novo, mas em seguida sequei as lágrimas. Foi o tempo necessário para que quando eu olhasse de novo, os vissem se beijando de novo. Um beijo, o verdadeiro beijo, um beijo de amor -AMOR- misturado com arrependimento, angústia e sofrimento. E mesmo diante de tudo que acontecera entre eles, o amor ainda era recíproco e acredito que interminável.
Eis a diferença então, um amor verdadeiro nunca acaba, um relacionamento pode acabar, mas o amor sobrevive até os fins de vida. Ou além (nunca se sabe).
tempo impressionada. Quando começou a rolar lágrimas pelo meu rosto. Foi aí que me lembrei, não estava sozinha. Havia amigos meus por perto. Limpei meu rosto e me perguntei se o casal havia notado meu interesse em saber o final da história. Logo percebi que eles estavam entretidos demais para se preocupar com uma acidental companhia insignificante (no momento). Meus amigos logo se deram conta da curiosidade que me deixava sem piscar os olhos nenhuma vez. Riram de mim, lógico, eu mesma riria de mim num momento desses. Pensaram logo: ''nossa, como é idiota, chorando por acasos alheios!''. Chorei de novo, mas em seguida sequei as lágrimas. Foi o tempo necessário para que quando eu olhasse de novo, os vissem se beijando de novo. Um beijo, o verdadeiro beijo, um beijo de amor -AMOR- misturado com arrependimento, angústia e sofrimento. E mesmo diante de tudo que acontecera entre eles, o amor ainda era recíproco e acredito que interminável.Eis a diferença então, um amor verdadeiro nunca acaba, um relacionamento pode acabar, mas o amor sobrevive até os fins de vida. Ou além (nunca se sabe).
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