E eu ainda me lembro como se fosse ontem... O dia em que eu parei de escrever naquele diário que ha
via ganho da mamãe. Todos os dias eu escrevia nele. E com uma empolgação de uma criança quando ganha presente. Esquecer de escrever nele, era como cometer um pecado horrível, e imperdoável. Podia estar exausta, morrendo de sono, lembro bem quando estava assim, pegava a ''caneta cansada'', (cansada de sempre escrever ali) deitada mesmo, escrevia, como havia sido o meu dia. Talvez eu quisésse ser ou parecer a própria Sakura Card Captors, (risos)... Falava de rotina, falava de amores, de dores, de cores, meiguice, criancice. Falava de tempos bons - Infância. Ali eu depositava toda a minha pureza, todos os meus sentimentos, até os mais ocultos - E tinha medo. Medo de alguém conseguir achar aquele diário. Eu o escondia como uma criança escondia um objeto quebrado, com medo que a mãe brigasse, batesse, xingasse. Escrever nele, era uma rotina obrigatória, OBRIGATÓRIA mesmo. Eu o considerava assim, e tinha em mim que deveria fazer isso mesmo. Até que um dia, eu caí no mundo Juvenil. Onde deixamos de escrever, pra viver. O que hoje eu considero o certo. ''Há tão pouco tempo para se viver, não vou gastá-lo escrevendo'' passei a pensar assim. E por um lado estava certa mesmo, e se pensarmos melhor, é relativo. Pra escrever precisamos ter vivido tais momentos. É como um rapper na hora de fazer suas rimas, ou mesmo um poeta na hora de fazer suas poesias: lembra de algo, lembra de um objeto, se inspira, e transmite da melhor forma, ou de como realmente houvera visto, para todos. Mas não podemos nos esquecer jamais, de algo chamado ''juízo''. Quando eu digo ''vamos viver!'' eu digo incluindo limites. Somos jovens demais e para tudo tem seu tempo - Chato é brincar de crescer - É viver cada momento como se fosse ultimo, mas não se desprender da realidade. Pode até parecer contraditório para alguns, mas não é.
Como já diz a música hilária de Sharon ''Cada um no seu quadrado''.
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
via ganho da mamãe. Todos os dias eu escrevia nele. E com uma empolgação de uma criança quando ganha presente. Esquecer de escrever nele, era como cometer um pecado horrível, e imperdoável. Podia estar exausta, morrendo de sono, lembro bem quando estava assim, pegava a ''caneta cansada'', (cansada de sempre escrever ali) deitada mesmo, escrevia, como havia sido o meu dia. Talvez eu quisésse ser ou parecer a própria Sakura Card Captors, (risos)... Falava de rotina, falava de amores, de dores, de cores, meiguice, criancice. Falava de tempos bons - Infância. Ali eu depositava toda a minha pureza, todos os meus sentimentos, até os mais ocultos - E tinha medo. Medo de alguém conseguir achar aquele diário. Eu o escondia como uma criança escondia um objeto quebrado, com medo que a mãe brigasse, batesse, xingasse. Escrever nele, era uma rotina obrigatória, OBRIGATÓRIA mesmo. Eu o considerava assim, e tinha em mim que deveria fazer isso mesmo. Até que um dia, eu caí no mundo Juvenil. Onde deixamos de escrever, pra viver. O que hoje eu considero o certo. ''Há tão pouco tempo para se viver, não vou gastá-lo escrevendo'' passei a pensar assim. E por um lado estava certa mesmo, e se pensarmos melhor, é relativo. Pra escrever precisamos ter vivido tais momentos. É como um rapper na hora de fazer suas rimas, ou mesmo um poeta na hora de fazer suas poesias: lembra de algo, lembra de um objeto, se inspira, e transmite da melhor forma, ou de como realmente houvera visto, para todos. Mas não podemos nos esquecer jamais, de algo chamado ''juízo''. Quando eu digo ''vamos viver!'' eu digo incluindo limites. Somos jovens demais e para tudo tem seu tempo - Chato é brincar de crescer - É viver cada momento como se fosse ultimo, mas não se desprender da realidade. Pode até parecer contraditório para alguns, mas não é.Como já diz a música hilária de Sharon ''Cada um no seu quadrado''.
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir
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