a tão lógico que resultou na dimensão de tempo estratosférico que durou. Não apenas em números, mas em momentos. Uma paixão mal curada, talvez. Hipóteses, várias. Um medo, dois medos, três medos, quatro... enfim. Medo de pessoas. Estava me tornando o quê? um monstro? não. Uma verdadeira anti-pessoas, anti-social. Desconfiava de tudo e de todos, principalmente. Não me achava capaz de se relacionar, aliás me achava sim totalmente ralacionável, porém não encontrava naquilo nada de verdadeiro. E esse era então o problema. Cansada de mentiras, desiludida de mentiras, busquei a verdade, alimentei minha fé. Percebo então que o erro não era alheio, e sim meu, tão meu que me acomodei. Até o dia em que meu coração dilatou-se em solidão. E percebi que era fraca demais pra suportar tudo aquilo. Dei chances, chances demais. Não de maneira repentina, e sim gradativamente. Obtive resultados... Bons resultados. Então descobri que o segredo de uma vida estável, sociável, está relativo as chances que se deve dar as pessoas em que se quer confiar.Dar chance ao próximo é dar chance a sí mesmo. Chances falhas, não quer dizer tempo perdido, mas sim aprendizado, o que gera inevitavelmente progresso. Um progresso contínuo que dura até o dia em que se perde a vida. Conhecer, aprender, conviver, interagir, agir, (ação!). Não fique parado, caminhe.
Mesmo que o mundo pare, caminhe. E se seu mundo desabar, caminhe. Se não houver o que fazer, caminhe. Se não souber como fazer, caminhe. Não pare, nem olhe para trás. Pois o segredo do progresso está no próprio progresso. Não se acomode, não perca a fé, nem esperança, não mate a confiança, nem destrua o dom que te torna um ser social. O segredo não está na ação, e sim em como se age. Então caminhe.
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