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23 de nov. de 2009

Adeus ao inconstante.

Um início de história nostalgico não altera o fim, não altera o enredo, não altera nada. A história somos nós quem inventamos, nós quem preparamos, recheamos e provamos.
- Donos do tempo, da hora, do momento, do lugar - Sabemos ir e voltar, entender e olhar, compreendemos todos os sinais. Sabemos que não podemos voltar atrás. Tudo o que passou, aconteceu por que nos foi permitido, nada foi em vão. Tudo teve seu propósito. Cada detalhe, cada frase, cada beijo, cada abraço, cada olhar. Tudo em seu devido tempo e lugar. Vencemos, perdemos, lutamos. Lutamos até o ultimo dia, até o ultimo sinal... Lutamos até o fim. Contra todas as barreiras, todas adversidades, todas as injustiças, tudo que nos impedisse de mostrar o quão somos capazes de mudar a história, de mostrar todo aquele sentimento intercalado por uma bomba que mais cedo ou mais tarde iria explodir. - E explodiu -
Como todo 'tempo bom' o que nos resta agora... só lembranças!
Lembranças de um tempo no qual não deixo para trás, de um tempo que marcou a minha vida, de um ano que durou uma eternidade, e acabou cedo demais. Reconciliações, choros, sorrisos, abraços, todo um impossível misturado com toda uma realidade. Caras, bocas, motivos. Fatos que agora não importam mais. Desejo que nada daquilo seja trancado no baú do esquecimento, nada daquilo seja calado, que viva sempre enquanto puder. Que toda lembrança boa seja eterna dentro de nossas memórias, de nossos corações.
Que mesmo tendo um fim, tudo aquilo se eternize.

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