Pages

18 de mai. de 2010

Contínuo amor.


Seus olhos costumavam exalar brilhos ofuscante aos meus quando nossos corações se rastreavam. Seus lábios costumavam escurecer vermelhos ondulantes quando nossas mãos se tocavam. E seu coração parecia disparar tão veloz e simultâneamente forte quando da minha boca provava. Tudo parecia estar bem. Inesquecível ao olvido. Irracional a razão.
Dificil aceitar que estamos na era da solidão. Quando muito pouco do desfrutável se é aproveitado. Quando eu e você devería ser infinito como uma dízima periódica constante.
Mas se toda dízima periódica é constante...
zerei meus conceitos matemáticos do amor.
Já zelei por tudo que sobrou do nosso amor.
Já jurei a mim mesma não sofrer por amor.
Já guardei pra mim mesma tudo o que restou.
Tudo o que você me permitiu construir e edificar. O construído dentro do meu coração não vai se apagar.
Você pra mim é muito mais do que uma relação passada.
É um amor infindável e infinito que dentro de mim ficou. Uma rosa plantada cuidadosamente, um gesto simples que toca o coração da gente. Sinto muito por não te dar o gostinho de te esquecer, é que meu coração sempre foi teimoso e comigo assim vai ser. É que você ultrapassou todas as fronteiras da razão, comigo somou muito mais que emoção. Fomos feitos um para o outro, sei que um dia vamos terminar de construir essa ponte inacabável. Ponte esta que me leva diariamente até você, onde nossos sonhos se cruzam. Onde você é despertado dentro de mim. Onde como essas letras subtraídas de cansaço provavelmente não teriam fim.
Como meu amor por , e seu amor por mim.

Um comentário:

disse...

Já disse que sou teu fã né?
escreve muito Jenn