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19 de nov. de 2010

Lar, doce céu.

A verdade é que todos deveriam olhar, diariamente, para o céu.
Esse céu tão misterioso, cheio de suas artmanhas consegue expor minunciosamente a nossa sensibilidade. Não sei explicar claramente se é por ser tão belo. Ou se seu mistério consegue, tão facilmente, nos mostrar exatamente que não somos tão fortes quanto aparentamos ser. Que somos compassivos, emotivos e sensíveis.
O ser humano nasceu pra ser sensível. Por mais que tentemos ocultar esse singelo e sutil sentimento, o envolvendo com mais mil carapuças, quando o convém, ele surge sem pedir licença. Surge como algo realmente puro. O que é. As carapuças o esconde. Porém convenhamos... esconde mal demasiado! Existem pessoas que conseguem se manter profissionalmente insensíveis, por um largo tempo. Mas quando encontramos o caminho certo para extrair e frutificar esse sentimento nessas pessoas. Ele vem, ele sempre vem. A tendência do milênio é exatamente ocultar de todas as formas essa sensibilidade. E é por isso que a desejo cada vez mais. E é justo buscar enaltecê-la. Porque sensibilidade é a chave pra abrir os corações. E está se tornando escassa. Mas isso não pode acontecer, pois ela é derivada de muito amor. E quem não quer amar? e quem não tem amor? Tenha sensibilidade, tenhamos sensibilidade. Ser sensível em dias como hoje é uma grande virtude. Então olhe para o céu hoje. Olhe como ele é lindo. Cada núvem, cada centímetro azul anil, e o sol?... E a noite? a lua dos apaixonados, as estrelas... quão belas são.
Escolha a sua. Olhe para o céu e deixe a sensibilidade tomar conta de você.

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